Como funciona a hipertrofia

Obter músculos maiores e mais fortes é, sem dúvida, o objetivo mais importante no fisiculturismo. O termo técnico para isso é “hipertrofia”, que é um processo “anabólico”, o que significa que é responsável pela construção do tecido – em vez de queima-lo como combustível – e que requer proteína.

A proteína em nosso protoplasma é sua substância mais abundante, constituindo 10-20% da massa de nossas células. Isso é então usado para estrutura, mantendo a forma da célula; e para enzimas que controlam reações químicas dentro das células. Essencialmente, quando você come carne, você está quase ‘reciclando’ o animal e usando-o para reparar e construir seu próprio corpo. Cada célula tem o seu código genético – o seu DNA – e usa isso como um guia para enviar os aminoácidos onde eles são necessários no corpo.

É por isso que um suprimento de proteína de alta qualidade é tão importante para o corpo e, em particular, para ajudar na recuperação e crescimento após um treino. As fibras musculares não podem se reproduzir via mitose (dividindo-se ao meio), pois possuem múltiplos núcleos. Isso significa que, para que seus músculos cresçam, as fibras existentes precisam se tornar mais espessas.

Para que isso aconteça, o músculo deve adicionar mais ‘miofibrilas’ (as pequenas ‘fibras’ que compõem as fibras musculares e que são elas mesmas compostas de sarcômeros ainda menores), o que faz ao dividi-las ao longo de seu eixo longitudinal. Essa ação, no entanto, requer muitas Myosin, Actin e outras proteínas (e quanto proteína uma fibra muscular pode usar é limitada pelo número de núcleos em cada uma delas).